NYPD

O Departamento de Polícia da Cidade de Nova Iorque (NYPD) executou uma Estratégia do Oceano Azul no setor público em meados da década de 90. O estudo de caso do NYPD ilustra a liderança no ponto de desequilíbrio em ação. A liderança no ponto de desequilíbrio é um pilar fundamental da Estratégia do Oceano Azul, e essencial para superar os obstáculos organizacionais.

Quando Bill Bratton foi nomeado comissário de polícia da Cidade de Nova Iorque em fevereiro de 1994, as chances estavam contra ele a uma magnitude que poucos executivos já enfrentaram. No começo dos anos 90, a Cidade de Nova Iorque estava beirando a anarquia. Os assassinatos nunca estiveram tão altos. Roubos, batidas da máfia, vigilantes e assaltos à mão armada inundavam as manchetes diárias.

Mas o orçamento de Bratton estava congelado. De fato, após três décadas de crimes constantes em Nova Iorque, vários cientistas sociais concluíram que eles eram imunes à intervenção da polícia. Com salários miseráveis, condições de trabalho perigosas, longas jornadas e pouca esperança de melhoria no sistema de promoção, o moral entre os trinta e seis mil policiais do NYPD estava no fundo do poço—sem mencionar os efeitos debilitantes dos cortes no orçamento, equipamentos ultrapassados e corrupção. Poucos líderes corporativos encaram desafios organizacionais tão complicados quanto os de Bratton ao romper o status quo.

Desafiando o senso comum, Bratton conquistou resultados inovadores em tempo recorde e com recursos escassos. Ao mesmo tempo, levantou o moral dos funcionários criando uma situação de ganhos mútuos para todos os envolvidos, apesar de ele ter enfrentado todos os quatro obstáculos que os gerentes frequentemente afirmam limitar a capacidade de executar Estratégias do Oceano Azul: o obstáculo cognitivo, que faz os funcionários não verem a mudança radical necessária; o obstáculo de recursos, que é endêmico nas empresas; o obstáculo motivacional, que desencoraja e desmoraliza a equipe; e o obstáculo político de resistência interna e externa a mudanças. A liderança no ponto de desequilíbrio revela como um líder pode derrubar esses obstáculos de forma rápida e com baixo custo, aproveitando os fatores desproporcionais de influência.

Em menos de dois anos, e sem aumentar o orçamento, a liderança de Bill Bratton tornou Nova York a metrópole mais segura dos Estados Unidos. Ele rompeu o Oceano Vermelho com uma estratégia de policiamento do Oceano Azul que revolucionou a forma como esse processo era conhecido nos EUA. Os crimes caíram 39 por cento, os assassinatos, 50 por cento e os roubos, 35 por cento. Pesquisas internas mostraram que a satisfação com o trabalho da Polícia de Nova York atingiu o ponto mais alto na história. Como um patrulheiro afirmou: "Teríamos marchado até o inferno por aquele cara." O ainda mais impressionante foi que as mudanças duraram mais tempo do que seu líder, implicando uma mudança fundamental na cultura e na estratégia organizacionais da Polícia de Nova York. Embora as circunstâncias ambientais e políticas atuais que a Polícia de Nova York enfrenta sejam bem diferentes daquela época, Bill Bratton foi renomeado comissário da polícia de Nova York em 2014.

A iniciativa estratégica do Oceano Azul do NYPD mostra como, ao transformar os extremos – pessoas, atos e atividades que exercem uma influência desproporcional no desempenho – os líderes em ponto de desesquilíbrio podem mudar o núcleo de forma rápida e com baixo custo para executar suas novas estratégias.

Iniciativas Estratégicas dos Oceanos Azuis

Blue ocean strategy is based on over decade-long study of more than 150 strategic moves spanning more than 30 industries over 100 years. The research of W. Chan Kim and Renée Mauborgne focused on discovering the common factors that lead to the creation of blue oceans and the key differences that separate those winners from the mere survivors and those adrift in the red ocean.The database and research have continued to expand and grow over the last ten years since the first edition of the book was published and the strategic moves we studied depict similar patterns, whether blue oceans were created in for-profit industries, non-profit organizations, or the public sector.

Temos alguns exemplos de iniciativas estratégicas de Oceano Azul em várias organizações e setores diferentes. Selecione os ícones abaixo para saber mais.

Estudo de Caso da Bloomberg Financial News
Estudo de Caso da Estratégia do Oceano Azul da Canon
Estudo de Caso da Estratégia do Oceano Azul da Cemex
Estudo de Caso da Estratégia do Oceano Azul do Cirque du Soleil
Estudo de Caso da Estratégia do Oceano Azul da Curves
Estudo de Caso da Estratégia do Oceano Azul do Modelo T da Ford
Estudo de Caso da Estratégia do Oceano Azul do iTunes
Estudo de Caso da Estratégia do Oceano Azul da JCDeaux
Estudo de Caso da Estratégia do Oceano Azul da NetJets
Estudo de Caso da Estratégia do Oceano Azul da Novo Nordisk
Estudo de Caso da Estratégia do Oceano Azul do Departamento de Polícia de Nova York
Estudo de Caso da Estratégia do Oceano Azul do Peirce College
Estudo de Caso da Estratégia do Oceano Azul da Philips
Estudo de Caso da Estratégia do Oceano Azul da QBHouse
Estudo de Caso da Estratégia do Oceano Azul da Quicken
Estudo de Caso da Estratégia do Oceano Azul da Polo Ralph Lauren
Estudo de Caso da Estratégia do Oceano Azul do Viagra
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